VIAGENS DA PARÓQUIA - Estrangeiro [parte 2]

Vietname 2017
...............................................................
  • Vietname
País exótico em clima de paz

O Vietname de hoje, cordato e unido, pouco tem a ver com aquele que há dezenas de anos foi motivo de preocupação para o mundo, devido à luta ali travada pelas duas grandes potências mundiais: a Rússia (a norte) e os Estados Unidos (a sul). Com a sequente saída dos EUA e o entendimento patriótico dos vietnamitas, hoje o país vive unido, numa democracia de um só partido (o comunista), com cerca de 80 milhões de habitantes, acantonados à volta de Hanói (a capital, a  norte, com 6 milhões de habitantes) e a antiga Saigão (hoje Ho Chi Minh, com 8 milhões, o principal núcleo comercial e industrial do país), tendo ao centro uma região histórica (Hué, Danang), onde se adivinham as suas raízes culturais.
Para ali chegar, houve que voar 4h30 até Istambul, na Turquia, onde se tocam a Europa e a Ásia (estreito do Bósforo), e mais 9 horas até Hanói, onde chegámos à noite (mais 6 horas do que em Portugal).

Hanói, a Paris do Leste

Hanói, a Paris do Leste, conserva um ar parisiense, e a sua catedral reflete o que permaneceu do cristianismo da era colonial francesa, marcado, desde o século XVII, pelo sangue de muitos mártires.

No dia 23 de agosto, um passeio em tuc-tuc pelas ruas típicas da zona antiga da cidade, com seus monumentos e pagodes budistas, uma incursão em barco de junco, no Rio Vermelho, e um espetáculo de marionetas serviram de descanso e de preparação para a grande viagem do dia seguinte ao longo da bacia do Rio Vermelho, através de vastíssimos campos de arroz, produto que o Vietname exporta para todo o mundo, a caminho da Baía de Halong, Património da Humanidade, que visitámos em viagem de Cruzeiro, com refeições e dormida a bordo.

Ruas movimentadas, particularmente com motorizadas, contrastando com as ruas típicas

Tartaruga, ícone cultural vietnamita

Artesanato

Escrita multissecular

Pagode

Fachada criativa

Marionetas

Túmulo de Ho Chi Minh

Campos de arroz

Cidades imperiais

No dia 24 (5.ª feira), continuando o Cruzeiro pelas ilhas de Tuan Chau, entre outras, com a gruta da surpresa. Partida, em avião, de Hanói para Danang, no centro do país, após 1h20 de voo.
My Son, cidade imperial da dinastia Chan (séc. IV-XII), mostra as ruínas de 65 conjuntos arquiteturais, também classificados como Património da Humanidade.
Hoi An orgulha-se dos seus 2200 anos de história, do seu porto comercial, das suas lojas de artesanato  são famosos os seus alfaiates –, dos seus 800 templos e casas históricas e da sua Ponte Coberta Japonesa.

Barcos de Cruzeiro

Rochas (ilhotas) com formas diferentes

Tartaruga

Grupo de barco

Rosto de perfil

Gruta da surpresa

Concurso de culinária no barco, ao anoitecer


Ostras

Igreja católica

Mártires do Vietname

O autocarro do grupo de Ovar



Ruínas da cidade imperial


Danças vietnamitas

Ponte japonesa

Saída da ponte


Flor de Lótus

Hué, a capital cultural

Após Hai Van Pass, limite geográfico e psicológico entre o norte e o sul, encontrámos a sua Montanha de Mármore, onde se contam cinco montes sagrados com dezenas de santuários budistas e um moderno Museu de Cultura Cham. 
Pouco depois, na fronteira com o rio Perfume, a cidade de Hué, antiga capital imperial, também Património da Humanidade, ainda hoje considerada a capital cultural do Vietname, com 12 universidades, e que foi, a partir de 1687, a capital dos Viets do Norte, governados por 13 imperadores (até 1945), que ali têm os seus túmulos.


Pagode Thien Mu (1601), também conhecido como o Pagode da Dama Celestial


No túmulo imperial

Mercado




Vendedor ambulante

Ceia num restaurante

Saigão – Antiga pérola do Oriente

Saigão, antiga pérola do Oriente, no delta do Mekong, é a Ho Chi Minh, de hoje, a cidade mais desenvolvida e modernizada do país, com o palácio da reunificação e a Sé Catedral católica, onde participámos na Missa das 8h30, uma celebração bem preparada e muito bem participada por crianças, jovens e adultos, seguida de passeio à cidade com passeio de barco no rio Perfume. Visita ao pagode de Thien Mu (1601), de monges pacifistas, e aos mausoléus dos imperadores Minh Mang e Khai Dinh.
O dia continuou no Delta do Mekong - o celeiro do Vietname, pela extensão de terras férteis e de pequenas ilhas cultivadas do rio Tien –, onde provámos frutos exóticos.


Hué - Catedral Phu Cam (Imaculado Coração de Maria, 1963-2000)




Museu etnográfico



O guia



Antigo Palácio Imperial

Visita ao Museu de Belas Artes e Templo da Literatura
(1.ª Universidade do Vietname, de 1076)


Almoço

Delta de Mekong

Rio Tien


Frutos exóticos

Pitaia ou fruta-dragão


Futura sede do Metro

Músicos

Túneis de Cu Chi 

Chegada a My Tho, com passeio no rio Tien, passando pelas ilhas do Dragão, Unicórnio, Tartaruga e Ben Tre. A manhã do dia 29 foi dedicada a visitar a famosa zona dos Túneis subterrâneos de Cu Chi (200 quilómetros), onde soldados vietcong controlaram no final da década de 60, a guerra, primeiro com as tropas francesas e, depois, com as americanas. Depois de uma passagem pelo mercado de Ben Thanh, foi o regresso de avião, em Hanói, para dali partirmos, fatigados mas cheios de boas recordações, para Istambul e para o Porto.


Forte

Tanque americano (1970)

Soldado no túnel

Motorizadas

Estação


Aeroporto (orquídeas do Vietname)


Fotos: Manuel Pires Bastos, Sofia Nunes e de Suu Le Dinh (guia Enrique)


Clique AQUI
para ver as viagens dos anos anteriores

Sem comentários: