VIAGENS DA PARÓQUIA - Estrangeiro

Índia 2016, Pérolas do Adriático 2015, Benelux 2014, Polónia 2013, Rússia 2012, Itália 2011, Síria 2011, Terra Santa 2010 
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  • Índia 2016
Um grupo de paroquianos de Ovar, com alguns amigos de outras terras vizinhas – e até de Lisboa – decidiram conhecer a Índia e os seus mistérios.



Deli - No coração da Índia


Mais de um milénio de história nos esperava na cidade de Deli, que abrigou várias civilizações, das quais as mais marcantes são a hindu, a muçulmana e a mongol.
Pisado solo oriental às 00h50 de 17 de agosto, mais 4h30 do que em Portugal, alojámo-nos no Hotel Crown, em Deli, para um descanso reparador.

Forte Vermelho, Nova Deli (cidade antiga)


De manhã, em autocarro turístico, tivemos o primeiro contacto com a monumentalidade, o exotismo e o pitoresco do ambiente local, mesclado de alguns elementos ocidentais, visíveis no arrojo do urbanismo em construção vertical, fruto do empreendedorismo e da tecnologia avançada das novas gerações indianas.



Porta da Índia
Na travessia de Deli e Nova Deli pudemos admirar alguns monumentos citadinos, como a Porta da Índia, notável monumento deixado pelos ingleses e que hoje é símbolo da independência do país, o mausoléu de Humayun, que serviu de inspiração para o famoso Taj Mahal, e, a 15 km a sul de Deli, o minarete de Qutab Minar, o mais alto do mundo em tijolo, com 72,5 metros.


A caminho de Agra experimentámos a aventura das estradas indianas, com grandes distâncias, grande tráfego e grande anarquia, possíveis de criar situações de choque com as pachorrentas vacas sagradas que passeiam ou descansam em plena estrada, em jeito de quem, dessa maneira, pretendesse abrandar o trânsito na ronceira marcha de há séculos. Mudando de ritmo, parámos em Raj Gat, lugar da cremação de Mahatma Gandhi, passámos ao lado da Porta da Índia.


Após uma longa manhã de viagem, surgiu-nos o Taj Mahal, uma das 7 maravilhas do mundo atual, que um marajá (rei) dedicou, em 1653, à sua esposa, morta em combate.
Próximo dali fica o Forte de Agra (1565), monumento que foi palácio fortaleza e mesquita, nas margens do rio Yamuna, com vista privilegiada para o Taj Mahal.

Forte de Agra
Espécie de lareira alimentada por matérias inflamáveis
O Taj Mahal visto do Forte de Agra 
  
O Taj Mahal, numa das margens do rio Yamuna

Na manhã seguinte, a caminho de Jaipur, encontrámos Fatehpur Sikri (1569), antiga capital mongol, cidade classificada pela UNESCO, onde se fundem opulentos estilos islâmicos e hindus, que não resistiram à carência da água e à inclemência do sol, obrigando o rei marajá e a população a retirarem dali, deixando a cidade abandonada.

Fatehpur Sikri
Sala de audiências onde uma embaixada de missionários jesuítas portugueses se
encontraram com o marajá, que os recebeu, sem mostrar o rosto, no patamar de cima

Restos de uma fonte (flor de lótus)

Passada a noite em Jaipur, a cidade cor de rosa do Rajastão, de traçado hindu, com 7 portas e sete setores retangulares e cercada por colinas muralhadas (a lendária cidade das "Mil e Uma Noites"), visitámos, de manhã, o Forte de Amber, nos arredores da antiga cidadela dos Reis Kachawaha, para onde subimos no dorso de elefantes, e onde pudemos imaginar o esplendor dos aposentos do antigo Palácio, ornados com pedras preciosas.

Forte de Amber

No interior do forte

Vista sobre o vale e montanhas
Paredes interiores do Forte Amber, com pedras preciosas 
Lapidadores de pedras preciosas

Em Jaipur, "a cidade rosa" visitámos o Museu da Família Real de Marajás (Museu da Cidade), o Hawa Mahal (Palácio dos Ventos) e o Observatório Astronómico "Jantar Mantar” (instrumentos para medir a harmonia do céu), de 1728, e terminando com um passeio nos típicos riquexós pela zona comercial, com ruas estreitas e cheias de vida, aromas, e de pitoresco.

Hawa Mahal (Palácio dos Ventos)



Goa -  Reminiscências de Portugal


No dia 21, domingo, após duas viagens de avião (Jaipur-Bombaim e Bombaim-Goa) chegámos cansados mas orgulhosos do nosso patriotismo, à antiga possessão portuguesa, onde, durante um percurso para o centro histórico, pudemos observar o mar e a baía onde os nossos navegadores chegaram, bem como a primeira igreja que construíram (Santa Catarina).

Santa Catarina, a primeira igreja construída em Goa

O arco dos Vice-reis, construído por Francisco da Gama (1597-1600), 
neto de Vasco da Gama



Durante a visita a Goa, e depois de entrarmos na Catedral e na Igreja de São Caetano, com as relíquias de S. Francisco Xavier (o apóstolo da Índia), dirigimo-nos a Pangim, a capital de Goa, na foz do rio Mandovi onde permanecem os traços da arquitetura e da fé dos portugueses.


Numa igreja local participámos na Missa, presidida pelo Pároco de Ovar, responsável do grupo (na foto). Leia AQUI a história deste templo de Pangim.

A Catedral de Goa, cuja torre da direita foi destruída num sismo

Túmulo de São Francisco Xavier, na Igreja de São Caetano, em Goa


Na velha Goa, cujas igrejas e conventos são consideradas Património da Humanidade pela UNESCO, pudemos visitar as ruas locais de ambiente português.

Zona típica de Pangim, Goa, com características portuguesas



Bombaim ("a boa baía" dos portugueses)
Voltando a Bombaim, a maior e mais importante cidade da Índia, para o regresso a Portugal, estivemos nas cavernas de Kanheri, no Parque Nacional de Sanjay Ghandi, com as suas 109 grutas budistas (séc. II a IX) com “stupas” (penhascos arredondados), esculturas e textos gravados na pedra.

Cavernas de Kanheri





Contrastes: opulência e pobreza convivem na grande cidade




Visitados alguns outros pontos de referência, como a casa de Ghandi, era tempo de almoçar e de deixar Bombaim, a "bela baía" (em português), um dos lugares que acolheram as nossas caravelas, e que foi portuguesa até 1661, data em que oferecida pelo nosso país como dote de casamento de D. Catarina com o Rei Carlos II de Inglaterra.


Visitando o interior da casa onde residia Ghandi
O tear de Ghandi



FOTOS: Manuel Pires Bastos
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  • Pérolas do Adriático 2015
  • Croácia, Eslovénia e Montenegro
O grupo da Paróquia de Ovar (32 pessoas), junto à Igreja de S. Marcos, no centro
histórico e administrativo de Zagreb, a capital da Croácia
Zagreb, a capital croata, recebeu o grupo de Ovar em 19 de agosto com tempo agradável, mas a visita à cidade ficaria reservada para os últimos dias da viagem. Assim, dirigimo-nos para a República da Eslovénia, cuja capital Ljubljana, na margem do rio Sava, se orgulha dos seus monumentos, a começar pela fortaleza do século XII.

A catedral de  Ljubljana

Uma casa típica de Ljubljana

O castelo na parte alta da cidade de Ljubljana

A cidade vista do castelo
Estátua de France Preseren, célebre poeta que se apaixonou pela eslovena Julija

Fonte dos três rios na praça da cidade de Ljubljana, Eslovénia

Parque Plitvice - Na manhã seguinte, dia 20 de agosto, reentrados na Croácia sob uma chuva incómoda, visitámos o Parque Nacional de Plitvice, Património Mundial desde 1979, com os seus 16 lagos e 92 cascatas, e uma surpreendente envolvência natural.


Durante o passeio no parque
Uma das cascatas do Parque Nacional de Plitvice
Em Zadar (dia 21) impressionou-nos a zona histórica onde se evidenciam a porta da cidade, o antigo Foro Romano onde se implantaram a Igreja de S. Donato, do séc. IX, e a a catedral de Santo Anastácio. Obra singular contemporânea, é o órgão marinho (2005), acionado acusticamente pela força do vento e das marés, e o monumental relógio de sol.

Porta da cidade
Zona histórica de Zadar
Clique AQUI para ver o relógio a energia solar em Zadar, Eslovénia

Igreja de S. Donato e a Catedral de Zadar,
sobre as ruínas do Foro Romano

Depois de visitarmos Sibenik com a antiga Fortaleza Croata de São Mihovil e a Catedral de S. Tiago, cidade classificada Património da Humanidade, e de pernoitarmos em Dubrovnik, seguimos para Montenegro, país independente desde 2006, e sucessivamente território da Sérvia, Croácia, Eslovénia e Jugoslávia (1918-2003).


Ilha de Gospa
Depois de visitada a ilha de Gospa od Skrpjela, com a secular Igreja de Nossa Senhora do Rochedo, visitamos Kotor, Património da Humanidade, com a catedral de S. Trifão.

Catedral de S. Trifão

Dubrovnik é a pérola mais preciosa da Croácia, disputando com Veneza o título de cidade mais bela do Adriático, autêntico museu a céu aberto: Fonte de Onofrio (1438), Mosteiro dos Franciscanos, com a 3.ª mais antiga farmácia da Europa.

Antiga Casa da Moeda

Claustros do Convento de S. Francisco

Antigo porto de Dubrovnik que rivalizava com o porto de Veneza

Passeio de barco pela costa da Dalmácia


Depois de um passeio panorâmico pela costa da Dalmácia visitámos Split.

Split (dia 24) é a 2.ª cidade croata, também Património da Humanidade, tendo como centro o Palácio de Diocleciano (29400 m2), dentro do qua se situavam o Templo de Júpiter (hoje batistério católico), o Peristilo romano e a cátedra, outrora túmulo do imperador, com portas do século XIII, com cenas da vida de Cristo.

Palácio de Diocleciano

Gregório, Bispo de Nin e chanceler do reino croata (900-929),
em frente à Porta de Ouro do Palácio de Diocleciano

Porta de Ouro, entrada para o Palácio de Diocleciano

Catedral de Split, dentro das muralhas onde se situava
o túmulo de Diocleciano

A cidade dentro das muralhas

Um grupo croata cantando música da Dalmácia, considerada Património Mundial

Trogir – Património da Humanidade, com destaque para a catedral de S. Lourenço (séc. XIII).

Cidade medieval de Trogir




Catedral de S. Lourenço, do século XIII (Trogir)

Capela com o túmulo do beato Ivan Ursini (séc. XV), na catedral de Trogir


Praça principal de Trogir

Zagreb (dia 25) é a capital da Croácia, tendo na cidade alta a antiga gradec, com a catedral de Santo Estêvão (1217), a Igreja de S. Marcos (séc. XIII), com telhado de mosaicos coloridos, os edifícios do Governo e o Portão de Pedra, local de devoção popular. 


Hotel Dubrovnik, em Zagreb,
onde o grupo de Ovar esteve hospedado

A praça principal de Zagreb 

Portão de Pedra, local de passagem e de devoção religiosa

Adicionar legenda

Traje típico da Croácia

Mercado de Zagreb

Catedral de Zagreb

Túmulo do Cardeal Stepinac


Vitral da Catedral de Zagreb

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  • BENELUX 2014

Visitar Benelux – Bélgica, Holanda e Luxemburgo – é reviver a nossa ligação afetiva aos Países Baixos, uma região da Europa a que estamos ligados pela cultura e pela história, particularmente através dos Descobrimentos, e à qual ainda hoje nos prendem laços políticos e administrativos.

Bélgica - Bruxelas


Aproximação a Bruxelas

Formada ao redor de uma praça forte chamada Burg, construída pelos condes de Flandres, e ligadas as suas ribeiras ao mar, Bruxelas era, já no século XIII, um porto de categoria mundial, tornando-se uma cidade de elite. 
A Grande Praça é um museu ao ar livre, com a Torre da Câmara Municipal, Mercado, a Casa do Rei (1417), de estilo gótico, os Museus da Cerveja e do Chocolate.
A Catedral de Saint Michel (do séc. XIII), os edifícios da CEE, as galerias comerciais, e os símbolos da cidade: o "Maneken Pis" e o Atomiumsímbolos antigo e moderno da cidade.



Catedral de Bruxelas




A Grande Praça, considerada uma das mais belas da Europa

Galerias do Rei



O "Maneken Pis"

O Atomium, construído para a Expo 1958, com os seus 102 metros de altura

Gent e Bruges - cidades medievais
Em Gent admirámos a Catedral de São Baaf (ou São Bavo), com estilo romano, gótico e barroco – um mundo de escultura e pintura (Van Eych, Rubens), a Câmara Municipal, o Castelo dos Condes.


Catedral de São Baaf

Tríptico de Van Eych



Nas margens do Rio Leie, antiga área comercial, com artistas ao ar livre


Arte de Rua

Em Bruges, cidade Património da Humanidade, com canais, mercados do século XIII, e Igrejas (entre elas a do Sangue Sagrado, do século XII).


Romeu e Julieta



Zona histórica, com o edifício e a torre do Município

A Igreja do Sangue Sagrado


Antuérpia - cidade portuária
Capital da província belga da Flandres e cidade natal do pintor Rubens, é célebre pela sua monumental Estação dos Caminhos de Ferro (em 3 pisos), pelo seu posto marítimo, com especial destaque para castelo de Steen, sobre o rio Escalda, e para a torre da catedral (123 metros).

Gare de Antuérpia


A caminho do Porto de Antuérpia


Porto de Antuérpia

Casa do pintor Rubens


HOLANDA

Haia
Capital económica da Holanda e sede do Tribunal Internacional, Haia tem para mostrar ao visitante o Palácio da Justiça, o Parque Haagse, a “Nova Igreja” (século XVII), e o Palácio Real.

Palácio Real


Amesterdão
Amesterdão situa-se no estuário do rio Amstel. Antiga aldeia de pescadores, é hoje uma cidade notável, com 150 canais e 1200 pontes, tendo como centro a Catedral e a sua Praça, com panorâmica única (dos séculos XVI e XVII), que desfrutaríamos num passeio de barco, atravessando ruas e avenidas originais, e e numa visita pedonal, que nos proporcionou observar os edifícios caraterísticos.



De tarde, visitámos a zona judia dominada pela antiga e imponente Sinagoga Portuguesa, que recorda a Inquisição e o nosso Rei D. Manuel I.
No Rijmuseum apreciámos a pintura flamenga do século XVII, em que pontifica Rembrandt, com a "Ronda da Noite", cujo tema veríamos, num passeio noturno, esculturado em bronze, em três dimensões, num monumental conjunto de estátuas.

Sinagoga Portuguesa

Rijmuseum

Um dos 150 canais de Amesterdão

Um Museu particular



Celebração da Missa

Após uma tarde livre, prejudicada por chuvadas fortes, tivemos a celebração da Missa na Capela dedicada a Maria, Mãe de Todos os Povos, da Congregação Família de Maria, promotora das Mensagens de Amesterdão, manifestadas pela vidente Ida Peerdeman.

Uma nau holandesa


Marken e Valendam
Na manhã de domingo, dia 24/08, visitámos Marken e Valendam, povoações turísticas provenientes da secagem de duas ilhas, e que agora se comportam como enormes diques urbanizados e de cultivo.

Marken















Arco-íris, em fim de tarde, na Holanda
(Foto: Beatriz Teixeira) 


Alemanha - Colónia

Catedral de Colónia

Pela grandiosidade exterior e interior, a catedral, de cinco naves, da cidade alemã de Colónia entrou no nosso itinerário.
Impressionantes as obras de arte (retábulos, imagens, vitrais), algumas do século XIII.



S. Cristóvão

Túmulo dos Reis Magos










Na 2.ª feira partimos, de manhã, para Koblenz, onde participámos num cruzeiro no vale do Reno, em cujas encostas se recortam castelos e fortalezas medievais, e de onde se desprendem extensos vinhedos, em fiadas verticais.












Luxemburgo


No dia 27, às 8h15, a hora combinada para a saída, faltava o esperado guia. Três quartos de hora depois, surgiu. Marco, extrovertido, que logo conquistou o grupo, mostrando os encantos da cidade Ducado, hoje estendida para dois patamares – o da cidade ducal (em baixo) e o da urbe moderna (no de cima), onde sobressaem os imponentes edifícios da Saúde e das Finanças.









Antiga estrada romana




Estátua do Grão-Duque Guilherme


Fotos P.e Manuel Pires Bastos

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  • Viagem à POLÓNIA 2013
Chegada ao aeroporto de Varsóvia

Hotel em Varsóvia


Uma normalidade tranquila acompanhou o grupo de Ovar ao longo de uma semana em que percorreu alguns dos lugares mais significativos da história polaca, particularmente os relacionados com a sua firme postura católica perante a opressão nazista e soviética, que deixou grande parte do país juncado de vítimas.
Varsóvia e Cracóvia, as duas cidades mais emblemáticas do país, orgulham-se da sua monumentalidade, restituída ao traçado original.
E os grandiosos templos erguidos em ação de graças falam das raízes profundamente cristãs deste povo, bem representadas por figuras carismáticas como João Paulo II, Santa Faustina, Maximiliano Kolbe e Lech Walesa.

Varsóvia
No plano artístico mereceram especial atenção em Varsóvia o Palácio Real de Verão (1677), o centro histórico (castelo, coluna do rei Sigismund Wasa, praças e ruas, catedral gótica de S. João), o gueto judaico e o parque Lazienki (com o monumento a Chopin e o Palácio Real sobre a água).

Palácio de Wilanow, residência Real de Verão (1680)

Junto à estátua do Marechal Josef Klemens Pilsudski (1867-1935), herói da Polónia


Parque Lazienki - Monumento ao compositor Chopin, natural da Polónia
Pormenor da escultura

Parque Lazienki - Uma rua ao estilo oriental 

Praça da Cidade Velha, Varsóvia

Guia polaca, falando, em português, da reconstrução
da cidade (Património Mundial da Unesco),
 depois da II Grande Guerra

Praça da Sereia, Varsóvia


Visitando o Castelo Real
Entrada do Castelo
Visita ao antigo Gueto Judaico

Memorial do Gueto, com o Menorá


Vagão-monumento,
lembrando os condenados aos campos de concentração
Centro de Varsóvia com o Palácio da Cultura construído pelos soviéticos


Estádio de Varsóvia


Pintor Jan Matejko (1838-1893)
Após o recital de Chopin

No dia 23, em Niepokalanow visitámos o Mosteiro Franciscano onde viveu o Beato Maximiliano Kolbe, que ofereceu a vida em troca de um prisioneiro de Auschwitz, o santuário de Jasna Gora (a Virgem Negra), em Czestochowa, capital espiritual da Polónia, onde foi celebrada Missa.

Convento Franciscano e Basílica da Imaculada Conceição,
onde viveu o Beato Maximiliano Kolbe, mártir em Auschwitz

Altar da Imaculada, no Convento Franciscano


Niepokalanow - Primitivo Convento onde viveu Maximiliano Kolbe
O quarto (cela) de Maximilano Kolbe, mártir em Auschwitz 

A capela do antigo Convento, na atualidade (2013)
O Padre Maximiliano Kolbe, missionário no Japão

Maximiliano Kolbe oferece-se para substituir 
um prisioneiro condenado à morte, em Auschwitz
Restaurante rústico polaco
Interior do restaurante, com oliveira milenar

Czestochowa - Santuário de Jasna Gora 
(3.º Santuário Mariano em importância, depois de Lurdes e Fátima)

Via Sacra (sofrimento das vítimas da guerra)

Vitral alusivo à visita do Papa João II

Altar com o ícone da Virgem no Santuário de Jasna Gora

Santuário de Jasna Gora


Wieliczka - Minas de Sal
De Cracóvia, onde pernoitámos, passámos a Wieliczka, onde visitámos as célebres Minas de Sal, consideradas pela Unesco como herança cultural do Mundo.

Em Wieliczka, descendo as Minas de Sal (cerca de 300 quilómetros de comprimento
e a 327 metros abaixo do nível do solo (Património da Humanidade)

Corredor das minas de sal
Recriando o trabalho das minas


Acessos às profundezas das Minas de Sal
A Catedral, no centro das Minas de Sal
Fuga para o Egito - Baixo-relevo, na Igreja (Catedral)
das Minas de Sal
O grupo de Ovar, na Catedral, com o guia

Cracóvia 
Seguiu-se a visita, em Cracóvia, à Universidade Museu fundada em 1364 pelo polaco Copérnico, pai da astronomia moderna, à Praça Central, com a Casa dos Panos do século XVI, à Igreja de Santa Maria, com a torre de onde se ouve em todas as horas o toque de um corneteiro.

Cracóvia - Praça do Mercado, considerada a maior praça do mundo

Igreja de Santa Maria, onde, em ritual medieval, um clarim toca
em todas as horas do dia em memória de um corneteiro vítima dos Tártaros

O clarim tocando na torre da Igreja de Santa Maria, em Cracóvia (Polónia)

Altar-mor da Igreja de Santa Maria, com o tríptico
(ao centro), considerado obra-prima do barroco mundial
Antiga Universidade de Cracóvia, onde Copérnico foi professor
Palácio no Castelo

Casa onde João Paulo II viveu
A antiga Sinagoga

Entrada da nova Sinagoga

Campos de Concentração de Auschwitz

Entrada do 1.º Campo de Concentração Nazi (antigo quartel do exército polaco)
"Arbeit macht frei" ("O trabalho liberta"),
à entrada do 1.º campo de concentração, Auschwitz

Interior do 1.º Campo de Concentração


Prisioneiros recebidos ao som da orquestra no campo de concentração  
O guia Alex mostrando as cidades de onde provinham
os condenados aos campos de concentração

Despojos dos condenados


A cela onde morreu, à fome, o Padre Kolbe, que se ofereceu
para morrer em vez de outro prisioneiro

Restos de latas de ciclone B e grãos de terra de silício,
dos quais saía o gás mortal

O muro de fuzilamento

Fornos crematórios

2.º campo - Birkenau


Jovens judeus de visita ao campo de concentração de Birkenau
Dormitório

Latrinas

Igreja (atual Basílica) de Wadowice, onde João Paulo II foi batizado
Celebração Dominical na antiga Igreja Paroquial (Basílica de Wadowice)
Casa-Museu João Paulo II
Terço oferecido pela Irmã Lúcia (em baixo)
Berço de Karol Wojtyla

Objetos pessoais de Karol Wojtyla
(Pagaia e esquis de neve)

Mapa do percurso do rio Dunejec (Parque Nacional de Pieninski)

Comércio tradicional
Entrando no rio Dunejec
Descendo o rio Dunejec, através de terrenos da Polónia e da Eslováquia

A montanha das três coroas
Pavão (escultura floral), na margem do rio Dunejec
Local onde o futuro Papa João Paulo II fazia as suas orações


Ceia festiva


Igreja dedicada a Nossa Senhora de Fátima, em ação de graças, por João Paulo II ter sobrevivido ao atentado de Roma, em 13 de maio de 1981

Um dos altares dedicados às aparições de Fátima 

Na antiga catedral do cardeal Wojtyla, futuro Papa João Paulo II foram apreciados os túmulos dos reis polacos e diversos lugares relacionados com a vida do antigo Papa.
No bairro judeu visitamos as duas judiarias, antiga e moderna, e num restaurante típico assistimos a um concerto de música judaica.
Convento onde viveu e morou a Irmã Faustina, Apóstola da Divina Misericórdia
(1905-1938)
João Paulo II

Igreja de Arka, em Nowa Huta, bairro de 30 mil operários
que o regime soviético queria sem Deus, mas onde se levantou
um magnífico templo, símbolo da resistência cristã
Nossa Senhora de Fátima

Igreja de Arka, símbolo da resistência ao comunismo
Torre de S. Flaviano

Cracóvia - Na Praça Central, três excelentes acordeonistas tocam obras de Bach 

Fotos: P.e Manuel Pires Bastos, Eugénia Cardoso...
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  • Viagem à RÚSSIA
Moscovo, Sergei Posad (Zagorsk), Suzdal, Vladimir, São Petersburgo

Moscovo - De 16 a 19 de agosto de 2012
Rússia, uma pátria cheia de memórias, perpetuadas em monumentos esplendorosos. Palco de guerras sangrentas, onde povos de três continentes lutaram pela conquista da terra, criando e refazendo nações, tantas vezes à força da tirania e do despotismo.
Moscovo não é só a Praça Vermelha com a sua fortaleza (Kremlin), a lembrar os tempos da Revolução de Outubro, e as catedrais de São Basílio e do Manto da Virgem. É também a cidade dos museus, do Metro e das múltiplas igrejas que manifestam a alma de um povo que preza a arte e a cultura.


Moscovo: o grupo de Ovar nas proximidades da Praça Vermelha
Entrada poente da Praça Vermelha
No interior da Praça Vermelha: à direita o Kremlin; à esquerda, os antigos armazéns
do povo (hoje lojas de luxo); ao fundo, a Catedral de S. Basílio
Moscovo: saída da Praça Vermelha, com o Kremlin à esquerda e S. Basílio à direita
Moscovo: Catedral de S. Basílio (pormenor)
Catedral do Manto da Virgem (Moscovo)
Nos antigos armazéns do povo, em Moscovo
No Metro de Moscovo
Grupo de Ovar numa das estações do Metro de Moscovo
Um dos muitos mosaicos artísticos de uma estação do metro moscovita

 No Kremlin, junto da Catedral da Assunção (ou Dormição)

Exercício de equitação, junto à Catedral da Assunção


Render da guarda

No exterior do Museu da Armaria encontra-se este canhão, que nunca foi usado

Sino Tsar Kolokol, o maior sino do mundo, fundido em bronze,
e que nunca foi utilizado

As típicas matrioshkas numa rua em Moscovo
[CLIQUE NO LINK]

De Moscovo rumámos para o "Anel de Ouro" (Sergei Posad, Suzdal, Vladimir, Kostroma e Yaroslavi), com suas cidades medievais impregnadas ainda hoje, da espiritualidade do cristianismo oriental.

Sergei Posad (Zagorsk) - 19 de agosto

Em Sergiev Posad, antiga Zagorsk, sede da Igreja Ortodoxa russa, visitámos o conjunto histórico do Mosteiro da Santíssima Trindade e de São Sérgio, que conta 600 anos e inclui monumentos únicos da arquitetura dos séculos XV-XVIII, com destaque para a Catedral da Trindade, a Igreja do Espírito Santo, com o seu campanário e a austera e majestosa Catedral da Assunção, com as suas cinco cúpulas em azul celeste.

Sergei Posad (Zagorsk)
Entrada do Mosteiro de S. Sérgio (Rússia)

Pintando o Mosteiro de S. Sérgio
Mosteiro de S. Sérgio
Um dos painéis à entrada do Mosteiro de S. Sérgio
"Adão e Eva" no Mosteiro de S. Sérgio

Zona rural no Anel de Ouro, vista do autocarro

Suzdal ("Cidade dos Mosteiros") - 19 e 20 de agosto
  
No núcleo histórico da cidade de Suzdal, cuja origem remonta ao século XI, destacam-se entre inúmeros tesouros arquitetónicos, um Kremlin dos séculos XII/XIII, a Catedral da Natividade da Virgem (séc. XIII), o Mosteiro de Santo Eufémio, a Catedral da Transfiguração do Salvador, a Igreja da Assunção e o Museu de Arquitetura em Madeira.


Hotel típico

O almoço: quadradinhos de massa recheados
com carne, uma especialidade gastronómica russa



Antiga aldeia-museu
Museu rural

Vladimir - 20 de agosto

Vladimir, cidade fundada em 1108 pelo Príncipe Wladimir I de Monomakh, situa-se a 160 km a leste de Moscovo. Ali, contemplámos o seu belo Kremlin (cidadela), a sua imponente Porta de ferro, com a vertente de Bastião fortificado e Arco de Triunfo, a Catedral de São Demétrio e a Catedral da Assunção, concebida com a clara intenção de superar o esplendor da Catedral de Santa Sofia de Kiev.


Vladimir: Catedral de S. Demétrio
Vladimir: Catedral da Assunção, concebida com a intenção se superar o esplendor
da Catedral de Santa Sofia de Kiev

São Petersburgo - 21 a 23 de agosto

Catedral Naval de S. Nicolau e Epifania
Em frente da Catedral situa-se este Memorial aos marinheiros
mortos no submarino K-141 Kursk em agosto de 2000
VEJA AQUI
S. Petersburgo: Rio Neva, com a Catedral de Santo Isaac em fundo
S. Petersburgo, está assente em 100 ilhas pantanosas conquistadas ao delta do Rio Neva, e possui centenas de palácios construídos pela antiga nobreza do tempo dos czares.
Nesta cidade visitámos a Fortaleza de Pedro e Paulo, mandada construir em 1703 por Pedro o Grande como início da fundação da própria cidade. O forte, primitivamente construído em madeira, foi mais tarde reconstruído em pedra. A Catedral passou a ser, após a morte de Pedro, em 1725, o panteão de Czares. 
A Catedral de Santo Isaac (1818), uma das maiores do mundo, com 105,5 m de altura, possui 72 colunas monolíticas ornadas com pórticos gigantes.

S. Petersburgo: Catedral do Sangue Derramado
Interior da Catedral do Sangue Derramado
Cristo adolescente, na cúpula da Catedral
 do Sangue Derramado (S. Petersburgo)
Monumento a Pedro I
Panteão de Czares, na catedral de S. Pedro e S. Paulo
Passeio de barco no Rio Neva, com a Catedral de S. Pedro e S. Paulo à esquerda
Visitámos ainda o famoso Museu Hermitage, inicialmente edificado como Palácio de Inverno. É o mais célebre museu russo, com salas consagradas a pinturas das escolas italiana, espanhola, holandesa, flamenga, francesa e particularmente a uma coleção riquíssima de Rembrandt e outros pintores holandeses do século XVII.


Uma sala do Museu Hermitage, com quadros alusivos
aos vencedores na Guerra Napoleónica
Museu Hermitage: Sala do trono
Uma das peças preciosas do Museu Hermitage
Assistindo a um espetáculo de folclore russo

Folclore russo

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  • Viagem à ITÁLIA
Pádua, Veneza, Pisa, Florença, Siena, Assis e Roma

Dia 18 de Agosto de 2011 – Pádua
Um voo de três horas (Lisboa-Veneza) e um breve percurso por autoestrada levaram-nos até Pádua, cidade que se gloria de guardar o corpo do seu patrono, Santo António.
Se, para os italianos, ele é Santo António de Pádua e, para nós, portugueses, é Santo António de Lisboa, para os paduanos é apenas “il Santo”, sem precisarem de lhe referir o nome.




No claustro da Basílica de Santo António de Pádua
Um fresco sobre a vida de Santo António

Escultura de Túlio Lombardo (1460-1532) evocando um milagre de Santo António

Dia 19 – Veneza
Veneza, a jóia do Adriático, é formada por mais de 300 ilhas, a que se acede através de canais, verdadeiras ruas de água onde vogam os mais diversos tipos de embarcação desde os grandes barcos aos "vapporeti" e às românticas gôndolas.

Pormenor de um mapa de Veneza
(Clique para aumentar)
A Praça de S. Marcos (na foto), com a Basílica (Duomo), o Palácio dos Doges (sede do Município) e a torre do relógio, é o eixo à volta do qual gravita o frenesim turístico e se desenvolve a actividade social e cultural e económica da cidade.

Praça de S. Marcos vista do Adriático

Pontes e passadiços proporcionam alguma movimentação em terra firme

A torre de S. Marcos e o Palácio dos Doges

Do interior da ponte dos suspiros (passagem entre as masmorras e o tribunal,
no Palácio dos Doges), os presos lobrigavam, ao longe, os trilhos da liberdade
Caixa de reclamações (denúncias secretas) no Palácio dos Doges
Mosaico exterior na Basílica de S. Marcos
Máscaras do Carnaval de Veneza


Gôndolas num dos canais interiores de Veneza



Duas vareiras no Grande Canal de Veneza (ao fundo, a Ponte do Rialto) 

 Dia 20 – Pisa e Florença

Pisa
Partimos para Pisa, os olhos bem abertos, ávidos da brancura dos principais monumentos da Praça dos Milagres – a Catedral, o Baptistério, o Cemitério (Campo Santo) e a famosa Torre Inclinada (desde há 837 anos), onde Galileu pôs à prova as leis da gravidade.

O Cemitério, o Baptistério, a Catedral e a Torre de Pisa
Um aspirante a Galileu comprova os 4 metros de inclinação da Torre
O monumental Púlpito da Catedral de Pisa

Em hora de descanso e de restauro de energias


Florença
E surgiu Florença, no esplendor das suas obras primas, acordadas pelos pincéis e pelo cinzel dos grandes criadores do Renascimento – Leonardo da Vinci, Miguel Ângelo, Giotto… –, e entronizadas tanto na Catedral ou na Praça da Senhoria como na Ponte Vechia em Santa Cruz, ou ao longo das ruas e esplanadas da cidade.

Catedral de Florença cuja torre foi desenhada por Giotto
A Porta do Paraíso do Baptistério de Florença
Pormenor da Porta do Paraíso (Noé depois do Dilúvio)
Ponte Vechia no rio Arno

Dia 21 – Siena
Em Siena, a “Cidade amada”, para além da Praça da Concha, um precioso legado medieval, vimos a Catedral e o Convento de Santa Catarina, uma voz crítica da Igreja quando do cisma de Avinhão.

Praça da Concha, em Siena

Fonte na Praça da Concha

A Catedral de Siena

Dia 21 e 22 – Assis
Debruçada no peitoril de uma montanha da Umbria, Assis apresenta-se humilde e grave, na sombra das gigantescas figuras de Francisco e de Clara, que brilham na Igreja de Cristo como o Sol e a Lua resplendem no nosso céu.

Esplanada do Convento de S. Francisco
Grupo de Ovar em Assis
(Clique na imagem para aumentar)
Ali, nas abóbodas de grandes naves, pudemos robustecer a nossa fé, proclamada nos frescos de Giotto e de outros cabouqueiros da Arte do Renascimento, e celebrar a Eucaristia, presidida pelo Pároco de Ovar e participada por todo o grupo na Capela quase milenária onde S. Francisco e Santo António exercitaram as virtudes da Pobreza, da Castidade e da Obediência, fazendo estremecer o mundo com o seu exemplo de fraternidade e com o seu pregão de “Paz e Bem”.

Abóbada da Basílica inferior (1313-1320) com frescos de Giotto e Cimabue

Capela da cripta da Basílica (primeiro convento de S. Francisco e Santo António),
onde o Pároco de Ovar celebrou a Eucaristia para o grupo de Peregrinos
Uma vista de Assis
A Basílica de Santa Maria dos Anjos, nos arrabaldes da cidade, guarda um tesouro precioso: a capela da Porciúncula, donde irradia, com S. Francisco e os seus companheiros, o ideal franciscano que tornou o mundo mais fraterno.

A Porciúncula, lugar relevante da Ordem Franciscana, foi a
3.ª igreja restaurada por São Francisco, que ali veio a falecer

Dias 23, 24 e 25 – Roma
Finalmente, Roma, a Imperial, do Fórum e do Coliseu, e a cristã, das quatro grande basílicas – S. João de Latrão, Santa Maria Maior, São Paulo (extra-muros), e São Pedro (Vaticano) – e de tantas outras memórias de vinte séculos de mártires e de "confessores da fé”, de que dão testemunho as fantásticas catacumbas.

Coliseu de Roma

Praça de S. Pedro
Basílica de S. Pedro

A Cúpula da Basílica de S. Pedro,
projectada por Miguel Ângelo

Na manhã de quarta-feira, dia 24, deslocámo-nos a Castelgandolfo, a 100 km de distância. Com dificuldade, sobretudo para os de baixa estatura - eram milhares os circunstantes e pouco elevada a cadeira pontifícia -, todos se sentiram felizes por, visitando Roma, não deixaram de ver o Papa.

Aguardando, na praça pública, a entrada para a audiência papal
A chegada do Papa Bento XVI
Alguns elementos do grupo de Ovar
Sua Santidade também saudou os portugueses

Moisés
(Basílica de S. Pedro ad Víncula)
A Igreja de Santo António dos Portugueses,
ligada à Embaixada de Portugal em Itália
Os jardins do Vaticano. (Ao fundo a antena da Rádio Vaticano) 

Fotos de P.e Bastos e Manuel Augusto

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  • Viagem à SÍRIA - 2011
DAMASCO - A capital da Síria

O guía Luís, sírio natural da Argentina, no Museu Nacional da Arqueologia (Damasco)
Pedra com a primeira notação musical conhecida, oriunda de Ugarit,
exposta no Museu Nacional de Arqueologia (Damasco)

Um dos muitos Bazares de Damasco

Grande Mesquita dos Omeyas

Muçulmanos em oração

Muçulmanos em recolhimento

Friso dos Apóstolos na abóbada da catedral católica arménia, em Damasco

Igreja de Santo Ananias (Damasco) - Painéis alusivos à conversão de S. Paulo
Da direita para a esquerda: a queda do cavalo, o baptismo de Paulo e a descida das muralhas dentro de um cesto

Um sírio entretendo os turistas durante o repasto

SHAHBA - Antiga Filipópolis


Pequeno teatro de Shahba, que o imperador Filipe (o árabe) transformou numa segunda Roma,
embora em escala reduzida

BOSRA - A cidade do basalto

Anfiteatro com capacidade para 17 mil espectadores, considerado uma jóia da arquitectura romana,
em Bosra, declarada Património da Humanidade

Montanha de cinzas vulcânicas de Bosra

Em plena estepe, a caminho de Palmyra

PALMYRA - A capital do deserto

Entrando em Palmyra, capital do deserto, cujas ruínas são consideradas Património da Humanidade

O grupo de 11 portugueses, com o Agente de Viagens Nuno Silva (na fila de trás à esquerda)

Vista panorâmica de Palmyra, fundada por Salomão, rei de Israel. Os seus monumentos
surpreendem pela sua extensão. Reconstruída pelo imperador Diocleciano, foi tomada pelos árabes

Túmulo de Elabel, no Vale dos Mortos, em Palmyra


 APAMEA - Centro principal de Tetrápolis (4 cidades)

Ruínas greco-romanas de Apamea, umas das cidades mais famosas do mundo antigo. Após o édito
de Constantino, converteu-se em sede episcopal, com várias igrejas cristãs (séc. IV)
Parte da Avenida colunada (1850 metros)

QALAAT SAMAAN - São Simão Estilita

O que resta da coluna de São Simão Estilita (ao centro). Este complexo paleocristão (séc. V), um dos mais representativos da Síria, é constituído por quatro basílicas 

ALEPO - 5 milénios de história

Cidadela de Alepo, obra-prima da arquitectura militar no Médio Oriente
No interior da fortaleza
Mesquita no interior da cidadela 

MALULA

Pequena povoação construída nas montanhas, com o Mosteiro de S. Sérgio e Bachus (323 d. C.), onde
se encontra o altar cristão mais antigo do Mundo, depois de ter sido usado para cultos pagãos.
Nesta capela ouviu-se rezar o Pai Nosso em aramaico, língua utilizada por Jesus Cristo
S. Sérgio e S. Bachus, representados num dos muitos mosaicos que encontrámos na Síria

Convento ortodoxo de Santa Tecla, jovem cristã do séc. I, convertida por S. Paulo, a qual,
sendo perseguida ali viveu escondida sob uma rocha, onde foi sepultada


OUTRAS CORES DA SÍRIA






FOTOS: P.e Manuel Pires Bastos

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  • Viagem à TERRA SANTA - 2010


História Bíblica

De 19 a 27 de Agosto de 2010, um grupo de peregrinos da Paróquia de Ovar visitou a Terra Santa com passagem pelos locais mais significativos da história Bíblica. Como recordação da viagem e para que outras pessoas possam conhecer melhor esses lugares que fazem parte da sua vivência cristã, aqui lhe apresentamos algumas imagens dessa inesquecível peregrinação.

(Clique no mapa)

Dia 20 - Telavive, Cesareia, Jaffa, Monte Carmelo, Nazaré e Tiberíades

Do aeroporto de Telavive, rumámos para o Hotel. Pela manhã, e após uma vista panorâmica da cidade, visitámos Jaffa, antigo porto do Mediterrâneo, com algumas reminiscências bíblicas, e na antiga cidade romana de Cesareia admirámos o Teatro, o palácio termal de Herodes e uma pedra evocativa de Pôncio Pilatos.

Nos arredores de Telavive - Antigo porto de Jaffa
(Clique nas fotos)

Ruínas de Cesareia

No Monte do Carmelo, sob a bênção de Maria, Stella Maris (Estrela do Mar), olhámos Haifa e o seu porto, visitámos a Gruta de Elias e lembrámos os Carmelitas, S. Simão Stok e a devoção do Escapulário.
Nazaré da Galileia foi o primeiro contacto com as raízes cristãs – o mistério da Anunciação e Incarnação do Verbo de Deus, celebrado na magnífica Basílica construída sobre os restos da casa da Virgem Maria.

Monte Carmelo (Gruta do Profeta Elias)

Nazaré - Igreja da Anunciação

Interior da Igreja da Anunciação (restos da casa de Maria)

Dia 21 - Tiberíades, Cafarnaum, Monte Tabor

A manhã foi dedicada à travessia do Lago (chamado de Tiberíades ou Genesaré, e também Mar de Tiberíades ou Mar da Galileia), e visita a Cafarnaum.

Lago de Tiberíades ou Mar da Galileia

Nas margens do lago

De mãos dadas em pleno lago (Mar da Galileia)

Após o almoço num kibutz, subimos ao Monte Tabor (o da Transfiguração – “Este é o um filho muito amado, escutai-O”), onde foi celebrada a Eucaristia, e descemos ao Rio Jordão.

Missa presidida pelo Pároco de Ovar, coadjuvado pelo Diácono Poças, na Igreja da Transfiguração (Monte Tabor)

Nas margens do Rio Jordão (local do Baptismo de Jesus)


Dia 22 - Jerash, Amã (Jordânia)

Do lado de lá do Rio (Transjordânia), esperavam-nos as imponentes ruínas da antiga cidade de Jerash, onde se conservam os restos de três Igrejas cristãs do período bizantino (séc. IV-V).
Dali até Amã, moderna capital da Jordânia, espraiámos o olhar por intermináveis montanhas e planícies desérticas.

Jerash - Via romana (ao fundo a porta de Damasco)

Jerash - Restos do templo romano de Artemisa

Restos de um antigo templo cristão (época bizantina)

A moderna cidade de Amã vista do cimo da antiga cidade romana

Mesquita de Amã

Dia 23 - Petra, Mar Morto

Na manhã seguinte, alcançámos a mítica cidade de Petra, berço e ponto de passagem de muitas civilizações.

Ruínas à entrada de Petra

Caminhando através do comprido desfiladeiro (foto de António Reis Castro)

O fantástico templo, do Tesouro, ex-líbris de Petra

Interior da cidade de Petra

Dia 24 - Monte Nebo, Madaba e Mar Morto

No Monte Nebo acampou Moisés com o seu povo e ali morreu, à vista da Terra Prometida, do outro lado do Jordão (Cisjordânia, actual Israel).
Em Madaba vimos o mais antigo mapa da Terra Santa, desenhado em mosaico, no chão da Igreja de S. Jorge.

Memorial de Moisés no Monte Nebo

Do alto do Monte Nebo olhando a Terra Prometida

O 1.º mapa da Terra Santa (Mosaico na Igreja de S. Jorge em Madaba, Jordânia)

Numa rua de Madaba

Dia 25 e 26 - Belém, Jerusalém (Monte das Oliveiras, Via Sacra, Santo Sepulcro)

Resort junto do Mar Morto

De regresso a Israel, voltámos ao Jordão e partimos para Belém, para a gruta do Nascimento de Jesus, com paragem para breve celebração.

Igreja da Natividade em Belém, cujo acesso se faz pela pequena porta, ao fundo, 
adaptada no tempo das Cruzadas de forma a evitar as incursões dos cavaleiros árabes

Estrela que sinaliza o lugar do Presépio

Grupo de Ovar junto à Igreja da Natividade, em Belém

Esperava-nos Jerusalém com toda a carga de amor e tragédia que envolvem a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus Cristo. Mas também com os contrastes culturais e políticos de povos que, tendo na sua matriz a fé no mesmo Deus, tardam em caminhar lado a lado, desfrutando uma paz comum.

Jerusalém vista do Monte das Oliveiras. Ao centro passa o Vale do Cedrom (Giena)

Jardim das Oliveiras

Preparando-se para a Via-Sacra

V Estação da Via-Sacra´

Após o fecho da Via Sacra no lugar do Calvário, foi celebrada missa na Capela dos Padres Franciscanos, guardiões dos lugares Santos, e visitou-se o Santo Sepulcro, reconstrução medieval, após destruição pelos árabes, em 1009.

Calvário. À direita a imagem de N.ª Sr.ª das Dores, oferecida por Portugal

O Santo Sepulcro

Fotos de António Ribeiro (Médico)


Impressões de uma viagem inesquecível

Já passaram alguns dias sobre a viagem que tive a dita de realizar à Terra Santa. Algumas notícias vieram a lume no jornal "João Semana" sobre esse acontecimento. O que ficou retido no íntimo de cada um dos peregrinos será muito mais do que tudo aquilo que alguma vez poderá ser expresso por palavras.
Muita celulóide se queimou e milhares de imagens digitais se captaram, no afã de registar aquilo que os olhos viam. Mas tudo isso é uma porção irrisória, material, em relação àquilo que não se pode captar, por ser imaterial, invisível aos olhos.
Esta porção maior da realidade, que ficará por objectivar, pertence à ordem das coisas que o coração conserva e alma recria, ao ritmo da fé.
Só os que possuem um coração sensível e uma razão humilde, capaz de se deixar seduzir pelo sobrenatural, entenderão que por ali andou Cristo – o Filho de Deus e o Filho do Homem; que ali viveram Maria, Sua Mãe, Madalena, os Apóstolos e multidões que vinham escutar o Mestre dos mestres.
Só então se poderá imaginar que no Monte Tabor, em Tiberíades, no Cedron, no Jardim das Oliveiras, na humilde Nazaré, em Cafarnaum, no Pináculo do Templo, no monte das Bem-Aventuranças, um Homem falou de coisas novas e operou maravilhas, a maior das quais foi garantir àqueles que nele acreditaram e acreditam a certeza da vida eterna: a passagem da morte à vida.
Ali senti, sobrepondo-se à canícula do tempo, o halo fresco do Espírito de Deus. Ali experimentei, como que em segredo, a presença do Santo dos santos falando aos homens entre os “querubins da paz”, sobre a Arca em que Deus sempre habitou (este mundo tão dividido por guerras e paixões mesquinhas).
Ali percebi melhor o sentido das palavras “Shalon”, “Amen”, “Aleluia”, palavras que Cristo disse muitas vezes, porque pertenciam à sua língua materna, palavras que não mudaram e que estão à espera de que os homens que ali vivem e se odeiam as apliquem. Palavras que, traduzidas noutras línguas, ecoam desde o Sermão da Montanha, e que só os obstinados pelo ódio e por interesses mesquinhos não ouvem.

JERUSALÉM - Ao centro, a cúpula dourada da Mesquita de Omar e o Muro das Lamentações

Vim de lá convencido de que Deus tem um desígnio universal em relação a todos os povos e nações (como bem nos recorda o profeta Isaías), desígnio que tem a ver com a paz e a concórdia dos povos que ali vivem de ódios cerrados e costas voltadas. Quando eles se entenderem e fizerem a paz, talvez chegue o momento de entendermos e vermos aquilo que as máquinas fotográficas não puderam captar.
Faço votos para que isso aconteça o mais rapidamente possível. Então o Templo de Jerusalém e a Mesquita Al Aksa, símbolos de realidades sagradas que se opõem, falarão, em uníssono, a única linguagem que Cristo nos ensinou – a do Amor.
Um forte abraço a todos os que participaram nesta peregrinação

Diácono António Poças
FOTO: Eng. António Castro